quarta-feira, 8 de julho de 2015

Make a Wish: I would like to be a Batman, dad. So, your dream come true.

Make a wish é uma fundação que se dedica a realizar os sonhos de crianças norte-americanas diagnosticadas com doenças graves e que correm risco de morte. Eles acreditam que a experiência do desejo realizado pode ter um resultado positivo no tratamento e se tornar um divisor de águas na vida de quem, apesar de ser tão pequeno, já sofre muito.

Seguindo este pensamento, eles ajudaram a realizar o sonho de Miles Scott, um menino de 5 anos com leucemia que sonhava em ser o "BatKid". Com uma estratégia de midia social e marketing a fundação conseguiu transformar o pequeno Miles em Batman e San Francisco se converteu em Gotham por um dia.

A campanha de social media foi tão forte que 12.000 de pessoas esperavam pelo "BatKids" nas ruas de San Francisco: o chefe de polícia emitiu um pedido de ajuda ao super-herói, ele dirigiu o Batmovel, salvou vidas, prendeu o Coringa e recebeu tweets do Barack Obama!

Nada melhor do que uma campanha de marketing social que é feita para ajudar as pessoas e fazer o bem. Inspirador. Veja o Trailler oficial abaixo:


terça-feira, 7 de julho de 2015

Experiência de venda nas praias da España

É verão por aqui! O calor está de lascar e eu resolvi me dar uns dias de férias na praia.

Fui a Ibiza passar o fim de semana.

A cidade é linda, as praias incríveis, a vida noturna dispensa comentários.

No entanto, em um belo dia de praia na Calla de Tarida, além do mar cristalino, o Sol brilhante e as areias brancas de Ibiza uma coisa me chamou muita atenção.

Estava sentada na areia quando vejo uma moça passar com esses vestidos de praia. Porém ela não estava normal, passeando, ela parecia estar desfilando. Ia e voltava com diferentes vestidos, andando e colocando o vestido de diversas maneiras: colocava em ombro só, transformava o vestido em saia, saia em blusa, amarrava uma corda na cintura e fazia de cinto, afofava o vestido acima do cinto...enfim...eram diferentes formas de colocar uma mesma roupa.

Na hora não estava entendendo muito bem o que ela estava fazendo. Parecia uma pessoa comum na praia, até que avistei a bolsa cheia de vestidos e reparei que ela trocava e desfilava, trocava, desfilava, fazia diferentes amarrações e voltava a trocar.

Achei incrível aquela forma de vender. No mesmo momento viajei em pensamento para as praias do Rio de Janeiro  e tentei lembrar se alguma vez havia visto algum tipo de venda deste tipo na praia. Nada! Sou carioca e frequento praia desde sempre: Itacoatiara, Camboinhas, Copacabana, Leme, Ipanema, Leblon, Barra da Tijuca, Recreio....e em nenhuma delas vi alguém vendendo vestidos de praia da mesma forma que esta chica de Ibiza. No RJ tem sim um vendedor com  as roupas passando pra lá e pra cá. Mas um mini desfile de moda...nunca vi. É uma forma incrível de atrair os clientes. As mulheres,em especial, gostam de ver a roupa no corpo e ter idéias de transformar uma mesma prenda de roupa em diferentes formas de vestir.

Fiquei tão deslumbrada com aquilo, e confesso que gostei de um vestido, que fui conversar com esta chica. Ela era de Valência. Contei para ela que nunca havia visto alguém vender vestidos na praia daquela maneira. E ela me respondeu que gosta de mostrar para as pessoas como  gosta de se vestir e ajudar as pessoas a ter ideias. E ela ensinava com a roupa no nosso corpo também. Super atendimento. Em poucos minutos de desfile já  tinha vendido uns 5 vestidos. E aí seguia para outro ponto da praia e repetia tudo de novo.

A experiência de venda nas praias de Ibiza me mostrou o quanto é importante  a forma de como se vende, a atitude na hora de mostrar o produto, a simpatia em ensinar, a criatividade ao se vestir e, principalmente, a vontade compartilhar as suas ideias com desconhecidos.

Em outra praia perto de Málaga, em Nerja, tinha também vendedor de vestidos e cangas. Porém, sem a mesma atitude da chica de Ibiza. E assim eles iam e voltavam com as cangas nos ombros, sem despertar interesse algum das pessoas que aproveitavam o verão. Assim como acontece no Rio de Janeiro.

Em tempo: eu comprei  um vestido desta chica em Ibiza. ;)


sábado, 27 de junho de 2015

El empleo e Tempos Modernos de Chaplin

Já viu a animação desenvolvido pelo estúdio de argentino Opusbou? Chama-se El empleo, já ganhou 102 prêmios e deixa uma reflexão sobre como trabalhamos  no século XXI.



A animação é ótima, não só pela qualidade, mas principalmente pela mensagem que passa. Trabalhamos porque precisamos do dinheiro para viver, mas estamos felizes? Problemas a parte, estamos felizes ao ir todos os dias para o escritório? Ou fazemos tudo no piloto automático.

Quando vi esta animação pela primeira vez, logo lembrei do filme de Chaplin, Tempos Modernos. Clássico do cinema é uma crítica ao capitalismo. Porém, o que mais me chamou atenção é que no filme o personagem está ligado no piloto automático, mas sempre sorrindo. Aliás essa é a principal mensagem do filme no final ( ao menos para mim): anime-se, que se você sorrir o futuro sempre será brilhante, A música foi composta por Chaplin para o filme em 1936, mas continua atual.


"That's the time you must keep on trying

Smile, what's the use of crying?

You'll find that life is still worthwhile

If you'll just smile."



É essa a grande diferença entre as duas críticas a rotina massante de trabalho: o sorriso. Na animação argentina o trabalhador não sorri uma única vez. Por sua vez, o personagem de Chaplin sempre sorri, sempre brinca, sempre encontra uma forma de tornar a rotina de trabalho menos chata e pesada.


Se esta animação é uma critica a forma como nós lidamos com os nossos empregos neste século, tenho que concluir que pioramos. Pioramos porque estamos acomodados com nossa rotina, com o salario todo mês na conta, com nossos 30 dias de férias anuais, com essa falsa estabilidade. Estamos indo pro lado mais fácil, mais prático, esperando que o mundo mude, como se mudança não dependesse de nós.

Toda esta rotina cansativa nos tira o sorriso, nos tira o humor. Precisamos trabalhar sim, mas precisamos viver antes de tudo. Se não estamos felizes, precisamos mudar de alguma forma, mesmo que isso vá contra a tudo que sempre nos foi dito. Mesmo que te digam ao contrário. Se você tem algum sonho, vá lá buscá-lo.


sexta-feira, 26 de junho de 2015

A crise do capitalismo e a criação do valor compartilhado

Aqui na Espanha uma das coisas mais legais que aprendi no Máster foi o conceito de valor compartilhado que as marcas/empresas precisam aprender a incorporar em seus negócios. O conceito do shared of value é de Michael Eugene Porter e foi escrito em um artigo de Havard: The big idea creating shared of value. E vale a pena ser lido.

A tese principal defende que o capitalismo está em crise e requer uma nova postura das empresas em relação aos valores como causas sociais, sustentabilidade e causas econômicas. O problema é que as empresas estão presas em conceitos de valores ultrapassados há décadas, focadas em resultados no curto prazo, que não pensam em investimentos futuros que gerem valor no longo prazo. Isso faz com que as empresas deixem em segundo plano a ideia de trabalhar em conjunto com a sociedade ou governo. O resultado é que continuamos presos a uma ideia de responsabilidade social ultrapassada, onde os interesses da sociedade estão na periferia e não no centro das atenções.

O valor compartilhado vai muito mais além disso. Valor compartilhado não é uma responsabilidade social, filantropia ou sustentabilidade, é um caminho para alcançar um sucesso econômico. Deve estar no centro das preocupações das empresas, e não na margem. É usar o capitalismo a favor da sociedade e não ser pautado somente pelo lucro, pelo dinheiro. Aprender como criar um valor compartilhado é uma chance que temos para mudarmos a forma de fazer negócios.

 É nessa ideia de novo capitalismo que nasce o valor compartilhado. É usar alguma parte da cadeia de valor da empresa para ajudar o seu entorno. E tem empresas que já pensam nisso, viu? A Coca-cola, por exemplo, usou o seu eficiente sistema de logística para levar medicamentos em regiões de difícil acesso. Como? Criando embalagens que se acoplavam entre as garrafas de coca-cola no engradado. O refrigerante chega nesses locais, mas os medicamentos não. Então a Coca-cola leva. Não vai atrapalhar o negócio da empresa e vai ajudar um monte de gente.

 Airbnb tem um ferramenta de resposta as catástrofes, onde anfitriões podem oferecer quartos de graça para as pessoas que passam apuros em regiões que sofrem com desastres naturais. Google, Facebook também oferecem essas ferramentas e ativaram esse ano no terremoto do Nepal.

Há vários outros exemplos de valor compartilhado. O melhor de tudo é poder ajudar a sociedade; é usar o capitalismos a nosso favor. Todos nós ganhamos.

Vale a pena ler o artigo e começarmos a pensar em como nossa forma de fazer negócio pode ajudar a sociedade.

terça-feira, 28 de maio de 2013

SEO: matar é uma questão sobrevivência

Há 6 meses escrevi um texto pro WebInsider, que fala sobre o fim que temos que dar aos projetos de SEO como fazemos, entendemos e vendemos nos dias de hoje. Temos que que matá-lo para conseguirmos sobreviver. E rápido. SEO: precisamos matá-lo para conseguirmos sobreviver A maneira como se pensa e se projeta SEO precisa de uma guinada radical. Essa evolução é necessária para os profissionais não permanecerem em um círculo vicioso de baixo valor. Trabalho com SEO há quase oito anos, com buscadores há 10, quando o mercado não pensava que poderia existir um sistema tão eficaz para catalogar os sites na web. Hoje, depois de tanta evolução, de trabalhos com resultados ótimos, outros nem tanto, de muitas vezes me sentir no limbo e outras sentir que era a galinha de ovos de ouro, chego a mesma conclusão que Jeff Ferguson sobre o futuro da otimização de sites: SEO como conhecemos hoje precisa morrer para poder renascer, precisa morrer para que defendamos nossa profissão, tem que morrer para evitar que nos tornamos profissionais de marketing de baixa qualidade, para evitar que nós nos tornemos vendedores de cobras. A culpa é do Google Fatalmente você já deve ter visto alguma apresentação de SEO com a fórmula mágica dos três pilares para ganhar relevância e aparecer nas primeiras posições do Google: pilar de tecnologia, de conteúdo, de popularidade. Essa fórmula existe, é vendida e funciona. Funciona porque é assim que o Google construiu seu sistema de algoritmo para poder indexar mais páginas em menos tempo e oferecer informações com uma simples palavra. O Google soube impulsionar o seu negócio fazendo o buzz no mercado. Buzz que fez surgir uma profissão (nossa profissão SEO’s) que convencesse clientes e marcas de que era preciso mudar seu site, colocar conteúdo interessante e relevante para aparecer nas primeiras posições do Google. Que era preciso pedir links, para ganhar alguns pontos e melhorar o posicionamento. Isso tudo sem saber a fórmula mágica do Google. Afinal, vendemos isso como se fosse a fórmula da Coca-Cola: todo mundo gosta, mas ninguém sabe como é feita. Fazer um site bem estruturado, com conteúdo relevante, com uma boa linkagem é o básico. Deveria ser feito desde sempre. Internet é conteúdo, é informação em suas diferentes formas: texto, vídeo, imagem. Não acredita? Então por que você usa o YouTube para assistir o vídeo que todo mundo está comentando? Por que usa o Google ou Yahoo ou Bing para saber a cotação do dólar, a previsão do tempo, ou os efeitos da tempestade Sandy em Nova Iorque? Por que diabos você entra no Facebook, não importa onde esteja, para saber o que seus amigos estão postando, falando, fazendo, qual é a opinião das pessoas sobre o acontecimento do momento. Aliás, por que você tem um Facebook mesmo? Por que você fez um perfil no LinkedIn? Por que tira fotos no Instagram? A resposta é: conteúdo que interessa a você e que você estava procurando. Site institucional e as redes sociais Imagine a situação: você vai viajar e precisa saber qual é o peso da bagagem de mão que sua companhia aérea permite levar. Onde você busca essa informação? No site da companhia ou em um site, blog ou fórum de viagem? Quem te passa mais credibilidade? A sua companhia aérea, lógico. A informação está lá, confirmada por quem te vendeu a passagem. A empresa é responsável por essa informação e qualquer problema você pode reclamar. Pois é. Mas os sites de companhia aérea são uma exceção à regra. Até porque elas são obrigadas a seguir as regras impostas pela Infraero e colocá-las em seu site para o consumidor. Infelizmente, os sites institucionais ainda não seguiram a tendência informativa que eles devem ter na web. Existe uma preocupação muito grande de mostrar sua missão, valor, objetivo da marca, da sua campanha publicitária, mas não fala muito seus produtos ou serviços. Isso quando se fala. É preciso que as marcas falem de seus produtos em seus sites institucionais. Os sites devem ser a principal fonte informação para seus clientes. Lá têm que ter dicas, dúvidas sobre os produtos, ingredientes da fórmula. É preciso que essas informações sejam encontradas em casa e não em blogs, artigos, etc. Quem tem que falar primeiro é você, que faz o produto. Isso sim traz relevância que o Google usa pra posicionar o seu site, é isso que é preciso mudar em seus sites. Aí você pode pensar: eu tenho uma fan page no Facebook que tem essas informações e dialoga com as pessoas. Ai eu respondo: isso está errado. Por favor, não matem seus sites institucionais em prol da fan page no Facebook. Ela deve ser um canal de comunicação com seu clientes, de relacionamento e não sua página oficial. As informações devem estar no site, com seu logo, com sua URL, com seu código de confidencialidade. Não estou dizendo que a fan page não serve para nada. Pelo contrário, serve muito e é muito importante. Tanto que o Google valoriza muito as referências delas, assim como Twitter, Wikipédia, entre outros, mesmo sendo canais que não passam relevância de links que podem melhor seu posicionamento nos resultados de busca (sim, os links desses sites são bloqueados para os spiders dos buscadores). E sabe por que o Google valoriza esses canais? Por causa do conteúdo relevante, muitas vezes feito pelos próprios usuários. Conteúdo que traz a resposta para a dúvida que eles estavam procurando e não encontraram no seu site. A fan page deve ser um canal de divulgação das informações que estão no seu site, até porque é no Facebook que seu cliente está e comenta com os amigos a sua experiência e reclama muitas vezes. O Facebook, Twitter se tornaram o que chamam de SAC 2.0, o que é ótimo, embora, particularmente, tenha a opinião que a ferramenta não ajuda na comunicação com o cliente. É fácil de se perder em tantos comentários, reclamações, sem nenhum número de acompanhamento para solucionar e atender os clientes. Muitas vezes a culpa da falta de comunicação nem é da marca. Mas isso é assunto para outro artigo. O ilusionismo do SEO e os profissionais de TI Construir um site bem desenvolvido em HTML, leve, com tempo de carregamento rápido, deveria ser uma premissa, ainda mais aqui no Brasil, que a internet não é lá essas coisas. No projeto de SEO que vendemos hoje isso vem como um truque, uma mágica, sempre tem uma gambiarra para continuar com aquele Flash pesado e posicionar o site no Google. Você tem tempo de esperar o Flash ser carregado? Você tem paciência de esperar tanto para ver tão pouco (geralmente Flash vem com muita imagem e pouco conteúdo)? Não sou contra o Flash. Pelo contrário, muitos produtos devem e precisam ter o Flash para gerar uma interatividade. Mas por que fazer tudo em Flash? Conheço muitos profissionais de TI que já possuem a visão de que é possível fazer um site legal, bonito, usando os recursos certos, que deixam os spiders dos buscadores lerem e indexarem as páginas. O que falta é conteúdo. E graças a Deus que as equipes de TI estão tendo essa visão. Quanto mais sites bem desenvolvidos com as “regras dos buscadores”, menos fértil será o campo de trabalho daqueles profissionais de SEO que vendem gato por lebre, que vendem truques mágicos de posicionamento de sites, que mudam o foco do projeto para achar uma forma de agilizar o processo de posicionamento, de fazer gambiarras. Por isso tudo que SEO precisa morrer. Precisa morrer para termos sites mais ricos, mais relevantes, com mais informações. Para que nós, e aqui me coloco como usuária viciada em buscador, tenhamos mais credibilidade nas informações nas buscas, nas redes sociais. A gente precisa se reencontrar. Reencontrar a forma certa de vender esse recurso de forma mais justa. Do contrário estaremos sempre em segundo plano. Seja porque não entramos na proposta criativa, seja porque não teve tempo hábil de construir um site “otimizado”, seja porque o cliente não comprou. SEO não deve ser cobrado à parte, deve estar no escopo, nas premissas, na entrega final. Se a gente não fizer nada, estamos fadados a sermos vendedores de cobras que entregam relatórios de ranking de palavras com várias desculpas por que não conseguimos posicionamentos melhores. [Webinsider]

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Redes Sociais: alternativa para buscas

esse foi meu ultimo texto escrito como coordenadora da iProspect.
há 1 mes sai de lá.

terça-feira, 9 de março de 2010

When you do not have a crystal ball

Vamos fazer um plano de palavras. Pegue a sua bola de cristal para começar adivinhar a forma como o seu publico de busca na web.

Essa bola de cristal geralmente é como o cliente quer que sua marca/produto/ serviço seja encontrado. Herança da publicidade dos anos 90, onde quem ditava as regras era a agencia, o cliente ditava como sua marca deveria ser vista, lembrada, buscada. Mas na busca é diferente. Quem manda não é você, é o usuário. Acostume-se com isso.

Por isso que muitas vezes você consegue posicionar o seu site nas 3 primeiras posições para aquele termo chave que você tanto queria. Mas as conversões não são tão boas quanto você imaginava. Conforme-se: seu publico não relaciona esse termo ao seu serviço ou produto. Às vezes não é algo negativo. Pode ser uma forma de criar novas campanhas, de chegar mais perto do seu cliente, de aumentar as vendas. Às vezes é a propaganda offline ou online que faz com que a lembrança da marca seja outra.

Nós não temos bola de cristal e não podemos adivinhar o que e como o usuário busca seu site nos buscadores. Mas temos ferramentas e meios para conseguir chegar um produto ou serviço das páginas de busca da forma que ele lembra da sua marca.. E uma campanha casada com outros meios online e off line podemos conseguir fazer com que o publico veja e procure seu site da forma como você sempre quis.

Sim, é possível ainda fazer seu target lembrar da sua marca pelo termo chave que você sempre quis.Mas isso , somente uma otimização do seu site talvez não seja possível. Para isso que serve uma campanha integrada: para fazer a bola de cristal funcionar.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Cross-Domain Canonical Tag e as negociações comerciais envolvendo a busca orgânica

15 de dezembro de 2009 e Google lança a versão dos links canonicais para sites de mesmo dominio. É o Cross-Domain Canonical Tag, alternativa do redirect 301 para sites que tem conteúdo parecidos, semelhantes, iguais ou não iguais. Antes somente o mesmo dominio e sub-dominios podiam usar a tag canonical.

Exemplo, sites de notícias que usam como fonte de informação outros sites de noticias e acabam duplicando conteúdo. Ótima a iniciativa para evitar problemas de duplicação de conteúdo. Mas já parou pra pensar no problema comercial que é inserir o cross domain em sites? Imagina: um portal de noticias tem um acordo comercial com um site de noticias focada em economia, por exemplo. A mesma noticia sobre economia pode estar em ambas páginas na web, com dominios diferentes. Se vc colocar um cross domain canonical que dirá ao robo do buscador que portal de noticias deve ser indicado como conteúdo principal, ele vai parar de indexar as páginas do portal de noticias e não do site focado em economia. E agora? Quem perde o importante percentual de visitas by search engines?

Veja bem, essa não é um problema dos buscadores. Isso é um problema comercial entre as empresas. Existe receita envolvida nisso tudo. Como já falei antes, devemos pensar SEO fora da caixa.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Rede Social é um canal de comunicação e não um mural de recados

Se você não pode fazer direito, por favor não faça!
E leve isso muito a sério quando o assunto é o seu consumidor nas redes sociais. Se ele te segue no twitter, visita sua página no Facebook ou participa da sua comunidade no Orkut é porque ele realmente é o seu target. Ele se interessa pelos seus produtos ou serviços. E se a sua marca deve estar ali é pra se comunicar com ele e não somente ter uma presença fantasma na rede social.

Se você quer trabalhar a sua marca numa rede social, seja ela qual for, tem que participar. Tem responder as duvidas reclamações, atender as sugestões. Trabalhar a rede social não é jogar 2, 3, 4 post por semana falando de lançamentos, promoções ou contando novidades da marca. Rede social não é propaganda dos anos 80 e 90 onde você coloca um anuncio na TV e revista e espera o consumidor decidir. Não! Rede social é uma via de mão inglesa, onde vc TEM QUE se comunicar com seu consumidor.Ele estará lá para isso, pra falar com VOCÊ. Se você não tem recurso pra isso, se você não tem dinheiro pra isso, se você na tem organização ou time pra lidar com isso, por favor, não faça! Será melhor pra sua marca, pro seu negócio, para seus clientes.

O que a experiência de 2009 nos ensina é: rede social não estar nas redes sociais, mas sim participar delas com seu consumidor. Não basta estar, tem que participar de forma PRO-ATIVA!

sábado, 5 de dezembro de 2009

Busca Personalizada do Google para todos: O mundinho SEO finalmente se amplia!

Tudo. Ou quase tudo que conhecemos por presença de marca nos mecanismos de busca.
Levando em consideração que é meia noite de sexta pra sabado, que trabalhaei 12 horas hoje e vim de uma reuniao em BH, essa é minha primeira análise sobre a última boa nova do Google.

A primeira coisa que pensei sobre isso tudo não foi codigo, popularidade, palavras-chave e nada relacionado ao mundo online. Pensei no offline. Na presença offline das marcas nas ruas, na tv, no rádio, nas lojas. O qt as informações externas me afeta para impulsionar a buscar mais informações no Google. Depois pensei no meio online e na presença das marcas e produtos na midia online. O qt será importante a presença desses produtos em campanhas e promoções online e em redes sociais para fazer com que eu busque mais informações no Google e relacionar isso como uma busca PERSONALIZADA pra mim?

Sacou onde quero chegar? A busca personalizada para todos faz o mundinho de tecnologia, popularidade e kw de SEO se abrir.

[continua...]

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Google bot de noticias e a sua marca on-demand

Uma semana o Google comunica o "Primeiro click Grátis" no outro que tem um bot especifico pra noticias...não está muito dificil de adivinhar o que nos aguarda em 2010 em relação aos buscadores, não?

Veja a velocidade da indexação das noticias? No apagão do mês passado em alguns de minutos as noticias dos principais portais brasileiros estavam indexadas. Isso sem falar nos blogs. Os posts do seu twitter já são resultados de busca cada vez mais rápido e quando se é celebridade o peso sempre cai em cima dos sites de noticias confiáveis e relevantes.( eu já falei isso antes)

E ainda por cima o Google confessou que fez mudanças para dar mais credibilidade as grandes marcas, para determinados termos de busca. é só vc aproveitar agora, grandes marcas são confiaveis, sao populares, talvez só precisa de conteudos não tão focados em somente no institucional ( eu já twittei sobre isso antes) quem somos, missão, valores e esse é o nosso produto. Se Ele confia em vc, pq vc nao apresenta informações relevantes então, se sua marca é confiante aproveite isso. Isso tb é estar on-demand.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

HTTP e HTTPs

http://www.searchenginejournal.com/seo-for-http-and-https/15055/

Fetch as Googlebot

Seus problemas acabaram(ou nao)
http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2009/11/generic-cialis-on-my-website-i-think-my.html

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Produção de conteúdo para Dilbert


http://dilbert.com/strips/comic/2009-11-17/

by@jeffpaiva

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

iProspect Brasil

Muito tempo sem postar a novidades não poderia ser melhor!


iProspect, pioneira em Search Engine Marketing, abre escritório
no Brasil via MídiaClick

terça-feira, 16 de junho de 2009

PageRank Sculpting

A volta dos q não foram: http://www.mattcutts.com/blog/pagerank-sculpting/

domingo, 31 de maio de 2009

Será que isso é SEO?

Uma agência cria m site para o cliente já com os conceitos de SEO.
No final da página ele coloca seu logo e link para sua agencia..até aí normal...se agÊncia não fosse esperta o bastante pra fazer disso uma forma de triplicar os links enviados pro site e manipular o buscador a atrelar o nome da marca ao serviço.

Veja abaixo e conte. Os quadrados em vermelho mostram os links que existem pro site da agência:



Isso sem falar nas tentativas exageradas de repetição de palavras-chave!

Falar que faz otimização, que têm anos de experiência num mercado é muito novo e muito próspero é fácil.Difícil mesmo é fazer SEO!

quarta-feira, 18 de março de 2009

Links devem agregar valor ao conteúdo, e não auto promover um serviço

O que você entende como um link na web? O que vc, como usuário, espera de um link que esteja dentro de um texto? Do tipo abaixo que está na página do G1?



Pensou? Aposto que, como usuários, queremos que o link acrescente alguma informação relevante ao que estamos lendo naquele momento. O link é colocado quando o autor quer mostrar algo a mais e não escreve porque o texto ficará grande, pq não convém, whatever! Se você pensou nisso, acredite que você está certo. Inclusive é isso é o que Jackob Nielsen fala em seus livros.

Pois bem, mas não é isso que muitos estão fazendo, principalmente quando o assunto é otimização de sites (SEO). Muitos usam os links para promover sua marca, empresa, serviços, produtos, ou a si próprio.

Os links geram credibilidade pro robô do buscador. Pelos links que os robos navegam e chegam nas páginas e conseguem entender qual é o assunto da página. Então se você está escrevendo sobre uma matéria sobre Barack Obama e linka para a página da Biografia dele na Casa Branca, você está gerando credibilidade para sua página porque uma informação completa a outra. É isso que entendemos por links e essa a teoria que os buscadores tem de credibilidade dos links. Para o usuário é uma forma de saber mais sobre o presidente dos EUA e para o robo a credibilidade que precisa para entender o assunto e aplicar palavras-chave aquela página.

É essa aplicação de palavras a determinado texto que faz uma página ficar bem posicionado. Ai gera a equação LINK + CONTEUDO RELEVANTE = POSICIONAMENTO NO RANKING.

Pois bem, a partir do momento que você aparece bem posicionado para determinada palavra, você passa a atrelar a palavra-chave a sua marca, certo? Ótimo para sua empresa, trabalhamos o branding no resultado de busca e todo mundo fica feliz.

Sabendo disso, muitos SEOs estão escrevendo artigos na web e colocando links para suas empresas. Até aí, tudo bem. O problema é que não colocam links a partir de uma palavra-chave como o nome da empresa, ou o slogan, ou assinatura, mas sim nome do serviço que oferecem, provocando ou forçando o buscador a atrelar o nome da sua marca àquele serviço. Agora me diz a verdade e imagina essa situação: vc lendo o artigo sobre o Barack Obama usando o BlackBerry, gostaria de seguir o link para a página da Casa Branca que tem a biografia dele ou para uma empresa faz aplicativos para o BlackBerry???

Isso é uma forma de manipulação de links sim e como manipular links não é natural, entendo que isso como uma prática BLACK HAT, apesar de tudo.

Acho inclusive que os buscadores devem começar a pensar em como barrar essa prática, porque, como toda manipulação de links, essa prática não beneficia usuários.

Se você quer atrelar a sua marca a uma palavra-chave, seja ela um serviço ou não, tente fazer isso de forma legal, honesta, sem entupir artigos e textos externos com links para promover o seu produto ou serviço e que não AGREGAM valor a leitura do usuário. Os links devem,antes de tudo, agregar valor de conteudo pro usuário.

terça-feira, 17 de março de 2009

SEO não torna seu site vunerável a ameaças da web

Semana passada Kris Lovejoy- Security, Governance and Risk Management Division Director da IBM - escreveu o texto sobre as três tendências que vão afectar a Gestão de Risco na Empresa. Até aí tudo bem. A questão está que entre as tendências está SEO! Ela escreve:

"Segurança nas aplicações :

Em 2008, um novo tipo de ameaça conhecida como Search Engine Optimization (SEO) - código de infecção e intrusão, atingiu cerca de 1,2 milhões de sites, incluindo alguns dos mais populares. Após a passagem desta ameaça excepcionalmente destrutiva, tornou-se claro que as aplicações estavam totalmente vulneráveis aos ataques de hackers.
Parte desta vulnerabilidade reside na evolução das aplicações monolíticas para aplicações composite, tanto ao estilo de SOA como na forma de widgets (elemento gráfico que permite algum modo de interacção) em Web 2.0 e mash-ups. Estas aplicações composite podem incluir uma ampla variedade de módulos de código, provenientes de variadas fontes, que se juntam à semelhança de um quebra-cabeças. Embora aumentando tremendamente a eficiência dos programadores e permitindo a muitos não técnicos a criação de aplicações sofisticadas, estas podem ficar vulneráveis.
Talvez o aspecto mais desafiante destas aplicações compostas, seja a sua própria incapacidade de entender completamente a sua própria composição e, portanto, quais devem ser as políticas de segurança necessárias, até que a aplicação esteja em produção. Só então, quando for tarde demais, ficarão todos os elementos expostos vulneráveis a ameaças, incluindo o malware . O desenvolvimento especializado de segurança está agora a ser incorporado nas ferramentas e plataformas de desenvolvimento, para que possam ser realizados controlos de segurança em cada etapa do processo."



A primeira questão é: " Em 2008, um novo tipo de ameaça conhecida como Search Engine Optimization (SEO)". 2008??? Confesso que fiquei um pouco espantada que um representante da IBM tenha escrito que somente em 2008 tenha surgido o SEO, mesmo que eles entendam SEO de uma forma errada.

Explico: de acordo com o texto SEO seria a "aplicações monolíticas para aplicações composite, tanto ao estilo de SOA como na forma de widgets (elemento gráfico que permite algum modo de interacção) em Web 2.0 e mash-ups". Usar widgets e mash-ups podem ajudar na otimização, mas a aplicação de mash-ups e widgets não é sinônimo de SEO. SEO é um conjunto de práticas que eliminação de barreiras que impedem a navegação do robo e aumentam a relevância do texto para usuários e robos. Tirar conteúdo dentro de imagem, usar corretamente o CSS, redirects, usar o JS de forma correta, retirar frames, sitemaps, robot.txt, reescrever o texto, etc, não são práticas que tornam seu site vunerável a ameaças na web. Os aplicativos em questão ajudam sim a propagar o link na web, tornando mais fácil de ser espalhado, mas não vamos generalizar,isso não é SEO. Eles ajudam a viralizar a informação e torná-la popular, somente. Do contrário seria muito fácil otimizar um site. Veja bem: não estou colocando em pauta como esses aplicativos podem ou não ameçar o seu ambiente, até porque não tenho conhecimento suficiente para questionar isso. Mas a questão é que aplicativos widgets e mash-ups e afins NÃO É SEO.

Não duvido que uma ampla variedade de módulos de código, provenientes de variadas fontes aumentam a vunerabilidade, mas isso, repito não é SEO. SEO não é uma técnica que ameaça a sua empresa. O que ameaça é o uso desenfreado de aplicativos sem estudar quais são as politicas de segurança necessárias a serem tomada para impedir riscos maiores e danosos a seu site, como comentou a autora.

quarta-feira, 11 de março de 2009