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Dois textos muitos interessantes do Chris Boggs no SEW.
-O primeiro fala sobre como o link building pode ajudar na performance de sites grandes.
-O segundo fala do planejamento de um projeto SEO
;)
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Dois textos muitos interessantes do Chris Boggs no SEW.
-O primeiro fala sobre como o link building pode ajudar na performance de sites grandes.
-O segundo fala do planejamento de um projeto SEO
;)
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Debora Alonso
às
12:37
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Marcadores: link bulding, seo
Esse é um texto de Eric Ward em sua coluna no Search Enigne Land, onde explica que muita coisa pode ser tirada de um Link Bulding.
Vale a pena ler e pararmos pra pensar nos links como métricas de estudo, e não como algo que pode ou não melhor o ranking de busca. Aliás, o ranking por sí só não diz muito coisa, não?
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Debora Alonso
às
17:04
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Marcadores: link bulding
Confesso que não sei ha quanto tempo isso está funcionando. Fato é que só vi hoje.
Na ferramenta para webmaster que o Google oferece, onde vc consegue ver quais links externos apontam pro seu site, qual foi a ultima vez que o robot visitou a sua página, ranking médio das palavras, entre outras coisas; têm um link onde vc pode informar pro Google sites que podem estar comprando ou vendendo link, ação que afeta a qualidade dos resultados oferecidos pelo buscador.
Justifica que "A compra de links para aprimorar o PageRank é uma violação das nossas diretrizes de qualidade. O Google utiliza vários métodos para detectar links pagos, inclusive técnicas de algoritmos."
Em fevereiro escrevi um post sobre "Pagar ou não pagar pelos links", uma longa discussão entre Sullivan e Randfish do SEOmoz se deveria ou não colocar not follow nos links de parceiros. Sullivan é contra os links pagos, Randfish a favor.
Eu, particularmente, não gosto muito da compra de links por um motivo lógico: vai contra a filosofia de que o buscador, no caso o Google, deve mostrar conteúdos que sejam relevantes para o termo procurado e não porque alguem está comprando links. Até pq, vai chegar uma hora que nem todos poderão comprar links, somente alguns. Quanto custa um link?
E mais: se é pra ganhar dinheiro com os links, não justifica não termos mais diretórios. Óbvio seria continuar com eles e não desenvolvermos um complexo sistema de algorithmo que visa gerar resultados relevantes. Concorda?
O fato de não concordar com a compra de links não significa que seja contra o link building. Sim, podemos fazer um sites com páginas ótimas, bem estruturada semânticamente, com uma boa estrutura de links internos e pedir que parceiros colocaquem links visíveis pro seu site em suas páginas. Isso é só bom para os dois lados. O resto deixa que a própria rede se forma. Sempre foi assim. Se o seu site for bom, as pessoas vão linkar.
Postado por
Debora Alonso
às
11:29
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Marcadores: link bulding
Existe uma discussão entre os profissionais de SEO sobre a questão de ser ou não a favor dos Links Pagos ( não os links patrocinados, mas pagar para ter um link na sua página).
O ultimo bate-boca começou quando o Google colocou sua posição quanto aos links pagos: se o link fosse de origem comercial, então deveria colocar a tag nofollow, que faz com que o spider não siga ele como referência.
Danny Sullivan concordou com o Google e escreveu um post no seu blog sobre o assunto: Stop The Freak Out Over Linking.
Randfish do SEOmoz (aliás, otimo blog sobre SEO), foi totalmente contra a posição do Google e Danny quando a questão dos links pagos. Escreveu um post cujo o título era: I Disagree with Danny & the Google Engineers About Link Buying Practices.
Um ótimo post de Rand, onde diz que a tag nofollow significa que o link não garante qualidade para a página, e não que exista algum interesse financeiro no link. Em cima deste argumento, Rand redige sua defesa com as compras de links.
Pelo que parece a discussão vai dar pano para manga.
Hoje Sullivan postou sobre o programa de parcerias em seu blog, Search Engine Land. E deixa claro: os links proveniente desta parceria deverão estar, obrigatoriamente, em JavaScript, para o spider não seguir. Ah, não pode usar javascript? Tudo bem, então seu link deverá ter a tag nofollow. E completa que cada um segue o caminho que acha mais certo. O dele é colocar nofollow.
A discussão sobre link bulding é antiga no mercado de search. O que é, ou não é, justo ser feito. Eu, particularmente, não gosto muito da estratégia de comprar links. Primeiro, por ser arriscado demais. Segundo, que vai na contra mão da proposta dos mecanismos de busca. A popularidade foi a forma que os buscadores encontraram para dar relevância e credibilidade para o conteúdo da página. Se pagar for mais importante que isto, toda a teoria torna-se obsoleta.
A cadeia de links deve ser feita de modo natural, um site linka o outro para favorecer o usuário, e não para o buscador. O buscador é uma consequência de todo o processo. Se focarmos os links no ponto de vista do usuário - usabilidade-, as coisas vão ficar mais simples.
Por outro lado, entendo o ponto de vista de Randfish sobre definir um link comercial ou não. SEOmoz é a favor dos links pagos.
Link Bulding é uma tarefa que demanda tempo e paciência. Aumenta tráfego. Aumenta o numero de links que apontam para sua página. Mas se isso aumenta o peso para o algoritimo do Google, ai são outros quinhentos. Quase um jogo de azar.
A pergunta que deixo no ar é: qual é realmente o peso que o Google dá para os links?
Postado por
Debora Alonso
às
17:09
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Marcadores: link bulding, nofollow, popularidade, seo